Hoje acordei com o pé direito. Cheia de energia, passei pela sala a caminho do banheiro e pude ver pai e irmão rindo de algo. Ao passar pela cozinha, sinto um aroma agradável do pão fresquinho da padaria que minha mãe havia acabado de comprar. Continuei meu caminho e logo avistei meu cão fazendo pose e dando a pata como uma forma de pedir carinho.
Poderia dizer que hoje foi um domingo como um outro qualquer. Um dia em casa, em família, conversas, brincadeiras, música e tudo mais. Mas insisto em dizer que não foi um dia comum. Ao ver meu cão carente brincando de apostar corrida com meu irmão senti um friozinho no estômago. Um misto de alegria com medo de felicidade. É, medo sim. Medo de perder essa sensação tão boa aqui dentro que conforta e faz sorrir. Hoje não foi um dia comum, especialmente porque não tive o mesmo olhar sobre as mesmas coisas.
Alguns momentos na vida, por mais que corriqueiros, tornam-se únicos e tão valiosos que, às vezes, só notamos muito tempo depois. Uma pena.
Não por ter ficado em casa. Não por ter comido um pãozinho gostoso de manhã ou por ter dormido sem hora para acordar. Foi um dia excepcional porque estive em família. E percebi que família é a coisa mais importante do mundo.
O interessante é que eu já sabia disso. Mas eu sabia disso da mesma forma que eu sei um monte de outras coisas que me são passadas desde sempre. Mas saber de verdade mesmo não sei se sabia antes e, hoje, além de saber, eu senti. O importante é que vivi um dia inesquecível. E alguém vai dizer: “nada demais”. Enquanto eu pensarei: “simplesmente tudo”.
De vez em quando é preciso parar, olhar para o lado e ver em que direção se está seguindo. Se perceber que o caminho está errado sempre há tempo de voltar e seguir seus instintos. Só cuidado para quando voltar não levar um susto quando notar o que perdeu. Esteja preparado.
Essas coisas que as pessoas sempre falam de seguir o coração ou que vai dar tudo certo se você acreditar e fazer acontecer, que lembra livro de auto-ajuda, que lembra algo careta, às vezes, pode dar certo se você tem com quem contar.
Percebi, neste dia, que a felicidade é mesmo um mistério ao qual me orgulho em desvendar pouco a pouco e que a essência da vida, muitas vezes, está naquele pontinho de inocência com um tom infantil escondido lá no fundo do peito. Ser careta, às vezes, é ser feliz. Viva a família, viva o amor, viva as coisas simples, viva a vida!
E se te perguntarem sobre aquilo que mais te importas na vida, não hesites em SENTIR antes de PENSAR.
Oi linda,obrigada pela visita e por seguir,já estou seguindo seu cantinho,parabêns pelo Blog e sucesso!
ResponderExcluirSe quiser conhecer meu outro Blog,será muito bem vinda!
Beijinhos!
http://umamulherbemvestida.blogspot.com
http://ojardimdorei.blogspot.com
Oi amiga!!
ResponderExcluirSuper te entendo, sabia?
Quando a gente passa muito tempo longe de casa - uma semana para mim é tempo pra caramba - valoriza mais os momentos em família.
Não são raros os finais de semana em que eu me pego rindo à toa, pensando no quanto sou feliz só por estar em casa, rodeada de quem eu amo. Não preciso passear, comer gordices deliciosas (mas isso ajuda muito, hehehe) nem fazer nada de diferente.
Só de estar na minha casa - que é o meu lugar preferido no mundo - com a minha família, já posso garantir que sou feliz.
Somos fofas! Sem mais. hahahaha